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Sobre 2015

29/12/2015

Apesar de toda loucura e de todas as coisas tristes que aconteceram no país e no mundo em 2015, não posso dizer que, para mim, este ano foi ruim. Muito pelo contrário.
2015 começou meio como quem não queria nada, mas logo foi surpreendendo e me colocando em uma situação que pensei que já estava calejada de passar, mas que me testou, me obrigando, como que com um tapa na cara: “ou você se faz de vítima e chora ou levanta a cabeça e entende que tudo tem uma razão para acontecer e, às vezes, insistir só vai fazer com que você demore mais para encontrar o que quer”.
Pois bem, o refletir sobre os porquês das coisas foi o que mais fiz em 2015. Isso em tudo, desde a área profissional, social até a pessoal.
imagesE refletir não significa, em todas as vezes, entender e achar justo, mas sim tentar ver as coisas não apenas sob a minha perspectiva, a qual, não só eu, mas todos nós sempre consideramos a certa e pronto.

Se antes eu era cabeça dura e orgulhosa em não reconhecer que estava errada em certas situações, acho que este ano eu consegui lapidar bem este lado. Pedi desculpas quando vi que errei. E, mais que isso, desculpei numa boa quando foi preciso. Sem guardar rancor, mas sempre com a perspectiva de que devemos sim “deixar para lá”, seguir em frente e contar isso como uma maneira de aprendizado. E isso não significa que não errei e posso ter sido injusta. Sim, errei. Mas errando, e vendo o erro, a gente pode não errar mais num amanhã.
Reforcei, ainda mais, a ideia de que, algumas vezes, quem está muito longe está mais perto de quem está ao lado. Distância é uma coisa bem relativa.
Relatividade também foi bem presente em 2015. Tudo é relativo. E tudo está relacionado à importância que damos.
E sobre as coisas importantes, reclamei bem menos. Mas sei que preciso para de reclamar de coisas tão pequenas. A minha vida é muito boa e meus problemas sabem pequenos perto dos de muita gente.
Senti saudade. Às vezes, doeu. Mas aprendi também que a ausência também tem seu lado bom.
Mais sorri do que chorei. E, quando chorei, fiquei muito bem depois.
Outra coisa que fiz, depois de muito “apanhar”, foi o de não confiar tanto assim em quem achei que realmente me quisesse bem. E, se antes já era reservada e de não gostar de falar da minha vida pessoal, agora então, mais ainda. 90% das coisas que faço, fiz, ou farei eu não compartilho.
Silenciar foi um dos meus lemas colocados em prática. Finalmente descobri que, às vezes, tirar satisfação por coisas mal entendidas só vai trazer mais dor de cabeça e, mais que isso, por mais que eu já tenha tido “DRS” uma, duas ou três vezes, algumas pessoas não vão mudar. E isso não significa que o problema seja delas, mas sim que, talvez, eu quem tenha mudado e não faça mais questão.
E, falando em fazer, este verbo foi muito presente no meu ano. Fiz tanto que tempo foi uma coisa que me faltou em 2015.
Fiz acontecer. Planejei coisas há anos e concretizei. Fiz muita coisa sair do papel e virar realidade, principalmente para a minha vida profissional.
Trabalhei muito. Me senti realizada em diversos momentos, mas sem cansar de querer me superar mais.
Querer mais é o que eu sempre quis, mas senti isso com muita intensidade em 2015. Eu sei, mais que nunca, o quero para minha vida pessoal e profissional. Sei onde quero chegar e sei que, para atingir meus objetivos, a diferença da Aline de antes para a Aline que amadureceu tanto em 2015, é que estou ainda mais forte e determinada. E sei que posso tudo o que quero. Basta eu continuar fazendo o que sempre fiz: batalhar, como meus pais me ensinaram.
Em 2015 também encerrei vários ciclos, mas abri outros. E sei que muitos outros se abrirão no próximo ano.
Só tenho a agradecer por tudo que 2015 me proporcionou. As coisas boas e não tão boas assim também, pois foram ambas que me trouxeram tanta auto-análise e me abriram tanto a mente para muita coisa.
Só espero que 2016 me proporcione ainda mais momentos incríveis como tive em 2015. Que conheça ainda mais pessoas maravilhosas e lugares de tirar o fôlego. Que muitos dos meus sonhos que ainda não saíram do papel tornem-se realidade. Que eu dê sorrisos ainda mais bonitos. E que voe ainda mais longe e mais perto do meu destino. Tudo isso ao lado de quem eu amo e de quem me faz bem.
Obrigada, 2015! Vem, 2016!

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