Cultura · Uncategorized

Todo meu amor por São Paulo…

Parabéns cidade de todos os povos. Parabéns cidade que não dorme. Parabéns cidade do pãozinho na chapa com cafézinho bem pretinho. Parabéns cidade que o certo é falar bolacha e não biscoito. Parabéns cidade que adora uma fila. Parabéns cidade do rock, do sertanejo, do forró, do axe, de todos os estilos musicais. Parabéns cidade… Continuar lendo Todo meu amor por São Paulo…

Cultura · Literatura · Pessoal

O primeiro a gente nunca esquece!

Recentemente li o livro do publicitário Washington Olivetto, "O Primeiro a Gente Nunca Esquece", o qual conta os bastidores da propaganda brasileira mais premiada até hoje. 'O Primeiro Sutiã', que virou sucesso e fez com que o jargão "o primeiro a gente nunca esquece" caísse na boca dos brasileiros e estrangeiros em diversas situações, mostra o… Continuar lendo O primeiro a gente nunca esquece!

Atualidades · Cultura · Opinião

O marco da história da teledramaturgia com um beijo gay

Há tempos não acompanho novela alguma. Acho que a última que assisti inteira foi "O Clone", há uns 10 anos. No entanto, sempre assisto ao último episódio de toda novela das 21h do momento. E, apesar de vários amigos que sempre acompanharam "Amor à Vida" reclamarem desde o começo que a novela era ruim e… Continuar lendo O marco da história da teledramaturgia com um beijo gay

Cultura · Jornalismo · Literatura · Memórias

Poesia Matemática

Ps: Quando o mundo das letras encontra o mundo matemático, uma problemática pode surgir, mas se x e y usarem a soma, pode ser que o resultado dessa equação seja positivo 😉 'Às folhas tantas do livro matemático um Quociente apaixonou-se um dia doidamente por uma Incógnita. Olhou-a com seu olhar inumerável e viu-a do… Continuar lendo Poesia Matemática

Cultura · Literatura

‘Arre, estou farto de semideuses! Onde é que há gente no mundo?’

Quem gosta de Fernando Pessoa percebeu, ao bater os olhos no título do post, que o trecho é de um dos poemas mais famosos do autor. 'Poema em linha reta', escrito com o heterônimo de Álvaro de Campos, é uma crítica social, uma revolta à falta de autocrítica dos outros, e à hipocrisia sem limites… Continuar lendo ‘Arre, estou farto de semideuses! Onde é que há gente no mundo?’